Se não vives para servir não serves para viver.

Se não vives para servir não serves para viver. A frase não é minha, e já foi citada por grandes personalidades da nossa história.

Jamais devemos confundir o serviço como um trabalho de submissão ou de posição de inferioridade. No que toca às empresas, em nada está relacionado com aquela iniciativa de voluntariado que coloca os trabalhadores a pintar paredes em ações de teambuiling 2 vezes por ano (nada contra).

No mundo empresarial temos como atores principais os accionistas, os trabalhadores, os consumidores e claro, a sociedade no geral. A ação de uma empresa – chamem-me romântica – tem de ser mais do que garantir retorno positivo do seu investimento depois de deduzidos os gastos. É servir a sociedade sabendo que aquilo que faz cria valor onde está, contribuindo (através das suas práticas ou ação direta) para que seja mais sustentável e justa, é servir os trabalhadores que integra, para que possam crescer com ela com oportunidades iguais, dignidade e respeito, para que sintam que fazem parte de um projeto com sentido onde a sua ação tem importância, e para os accionistas, para que possam gerar riqueza e sentir que a sua visão e valores são amplamente aceites, partilhados e vividos por todos. Isto é servir. Que empresas conhecem assim?

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